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Aos 77 anos, Anita é campeão da Regata Solitário

 

Aos 77 anos, Anita é campeão da Regata Solitário

 

Construído em 1944, no Estaleiro Arataca, sob a cabeceira insular da ponte Hercílio Luz, o veleiro Anita mostra, aos 77 anos de idade, a vitalidade de um jovem.

Capitaneado pelo Maurity Borges Junior, um apaixonado por vela que, com grande carinho, cuida do barco, o Anita é o campeão da Regata Solitário ocorrida no último sábado, dia 8 de maio, promovida pelo Iate Clube Veleiros da ilha.

Como relata o clube em sua página, “dia clássico e raia cheia marcam a Regata Solitário 2021, foram inscritas 17 embarcações em um dia bastante favorável com sol e vento sul de 6 a 8 nós. Após o tempo corrigido, o primeiro lugar na classe foi para o Anita, seguido por Terral, Terra Firme, Açores III, Missionário, Maneco e Quival.

O Instituto Carl Hoepcke parabeniza Maurity e reafirma o orgulho do Anita, que continua nos alegrando aos 77 anos de navegação eficiente.

O Iate Anita foi lançado ao mar em 25 de novembro de 1944. Seu nome homenageia a filha mais velha de Aderbal Ramos da Silva, a ex-presidente do Instituto Carl Hoepcke – Annita Hoepcke da Silva. O veleiro pertence à classe “Hamburgo” e teve seu projeto detalhado pelo engenheiro naval Mario Nocetti que, pessoalmente, supervisionou a construção.

Ao longo de sua apaixonante história, o Anita participou de diversas regatas,  entretanto, em 1978 para Rodolfo Schütz, velejador de Porto Alegre. Em 2002 Annita Hoepcke da Silva comprou o barco e o trouxe de volta para Florianópolis, colocando-o novamente em condições de navegabilidade. Por sua beleza, história e agilidade, em 2009 o velejador Leo Xavier Filho teve sua atenção voltada para o barco e, em acordo com a proprietária, promoveu uma restauração completa na embarcação. A cor do Anita, inspirada na cor vinho, padrão adotado pelo Instituto Carl Hoepcke, cuja logomarca está impressa nas laterais da bela e elegante embarcação, foi uma inovação adotada em 2009. Leo usou o barco até o final de 2017. Em 2018, novamente sob responsabilidade da família Hoepcke,  foi substituído o convés e atualizada a parte elétrica.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fundo jornalista Beto Stodieck

 

Nos Jardins do Santacatarina Country Club, d. Maria de Haro passa informações a um(a) jornalista, sob o olhar atento de seu filho, Rodrigo. Mais ao fundo, Ike Gevaerd.

                                    Acervo Instituto Carl Hoepcke, Fundo jornalista Beto Stodieck

Fundo jornalista Beto Stodieck

Recentemente recebemos a doação do acervo fotográfico de Beto Stodieck, e hoje iniciamos o primeiro contato com o material que se mostra, promissor. A doação, uma iniciativa feliz e, sobretudo, muito responsável de Júlio Duarte, preocupado com a conservação do material, por sua natureza bastante frágil.

Aqui no Instituto, vamos fazer o processamento técnico do acervo e digitalizá-lo. A partir daí estará à disposição dos pesquisadores.

Além da imigração alemã, o ICH trabalha também a memória de Florianópolis, por isso, estamos abertos a outras iniciativas como a acima exposta.

Agradecemos a participação do jornalista Fernando Goedert, nesta iniciativa e aos amigos que participaram na identificação de d. Maria de Haro, presente na foto.

 

 

Instituto Carl Hoepcke recomenda:


Literatura em Casa
Literatura contemporânea alemã hoje
Quinta feira dia 29 de abril de 2021 as 19 horas, evento online

Um bate-papo com Maria Aparecida Barbosa
Facebook.com/goethe.sp
Nesta edição virtual, o Passaporte: Literatura recebe a tradutora e ensaísta Maria Aparecida Barbosa para um bate-papo sobre tradução de literatura de língua alemã, com destaque para os trânsitos entre diversas linguagens e formas estéticas de expressão.

Maria Aparecida Barbosa é professora de literatura na Universidade Federal de Santa Catarina, em que coordena o grupo de pesquisa Literatura em Língua Alemã (LiLiA). Traduziu diversas obras de prosa e poesia, de autores como E. T. A. Hoffmann, Kurt Schwitters, Carl Einstein e Monica Rinck. Entre suas pesquisas, dedica-se aos estudos literários de Walter Benjamin e à poesia de Ivan Goll. É membro da Associação Brasileira de Estudos Germanísticos – ABEG, da Rede Europeia para Estudos da Vanguarda e do Modernismo e da Sociedade Carl Einstein. Com Werner Heidermann, trabalha atualmente no dossiê “A literatura de expressão alemã no Brasil e a literatura brasileira em expressão alemã: o olhar da tradução”.

Instituto Carl Hoepcke recomenda: Conversa TELAS LITERÁRIAS Literatura contemporânea alemã hoje

 

Conversa TELAS LITERÁRIAS

Literatura contemporânea alemã hoje

Quarta feira dia 14 de abril de 2021 as 19 horas, evento online

 

O projeto TELAS LITERÁRIAS consiste em um Clube de Leitura virtual para falar a respeito de literatura alemã contemporânea e seus autores. Com o objetivo de tornar mais conhecidos autores alemães publicados no Brasil e dar mais visibilidade à literatura alemã contemporânea publicada em língua portuguesa, TELAS LITERÁRIAS promove encontros mensais virtuais abertos ao público via plataforma Zoom. 

 

Cada encontro contará com um mediador diferente, que trará uma obra e/ou um autor para debate com o público. As datas das reuniões, nomes dos mediadores e lista das obras e autores a serem abordados serão publicados com antecedência, para que o público interessado possa se preparar para a conversa. Não é necessário ter lido o livro ou ter conhecimento sobre literatura alemã para participar.

14.04 – ESQUENTA DO TELAS LITERÁRIAS 

Neste primeiro encontro falaremos sobre os principais autores da literatura alemã contemporânea e já divulgaremos o livro da série de encontros do clube de leitura Telas Literárias.

Convidado do esquenta: 
Dr. Christian Ernst, professor visitante na USP e leitor do DAAD em São Paulo, leciona cursos de língua alemã e seminários de estudos literários e culturais na graduação e pós-graduação, além de coordenar projetos sobre a língua, literatura e cultura alemãs.

Inscrições necessárias via e-mail: daad_sao_paulo@daad.org.br

PRÓXIMAS CONVERSAS:

13.05 – Conversa com  Gisele Eberspächer sobre a obra Talvez Esther, de Katja  Petrowskaja.

O projeto é realizado em parceria pelas Bibliotecas dos Goethe-Institut de São Paulo, Curitiba e Porto Alegre e os escritórios do DAAD (Deutsch Akademische Austauschdienst) de São Paulo e Porto Alegre.

 

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