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190 anos da chegada dos primeiros imigrantes alemães a Santa Catarina

 

Essa história começa em 7 e 12  de novembro de 1828 quando chegaram ao porto de Desterro os navios Luiza e Marquês de Vianna trazendo a bordo os pioneiros imigrantes alemães. Muitos se radicaram na então Desterro, consolidando a presença alemã na Capital do hoje Estado de Santa Catarina. Outros, após meses de espera na Capital, seguiram para o continente onde inauguraram a primeira colonia alemã em Santa Catarina.

A Colônia de São Pedro de Alcântara foi fundada em primeiro de março de 1829, por determinação do governo Imperial. Situada às margens do rio Maruim, o estabelecimento da colônia tinha, entre outros, o objetivo de ocupar o caminho que ligava Desterro à Vila de Lages, no Planalto Serrano, região onde ocorria o comércio de gado. Este caminho a ser consolidado com o estabelecimento de povoações em seu percurso, seria capaz de oferecer suporte àqueles que nele necessitassem trafegar e afastaria o “perigo” representado pelos índios que habitavam toda essa região.

Para prestigiar o “berço” dos núcleos coloniais, o Instituto Carl Hoepcke mantém naquele município o Centro Cultural Casa de São Pedro, que em parceria com a Prefeitura desenvolve atividades de interesse local.

 

Para maiores informações sobre o Centro Cultural Casa de São Pedro, acesse o link abaixo:

Centro Cultural Casa de São Pedro

 

 

Embaixador e Cônsul Geral da Alemanha Visitam o ICH

O Instituto Carl Hoepcke recebeu hoje a visita de cortesia do Embaixador da República Federal da Alemanha, Dr George Witschel, acompanhado do Cônsul Geral Dr. Thomas Schmitt e do Adido da embaixada alemã Dr. Patrick Trotz.

Dentre os assuntos tratados a realização  no segundo semestre do corrente ano do V simpósio sobre imigração e cultura alemãs.
O simpósio estará centrado nos 190 anos da imigração alemã em Santa Catarina, mas tratará também dos 500 anos da Reforma e dos 100 anos do final da primeira guerra Mundial.

Projeto “História Repatriada” na Globonews

O programa Via Brasil apresentado por Luiza Zveiter no canal Globonews , mostrou nesse dia 24 de novembro, reportagem sobre o projeto “História Repatriada”, dando ênfase para a relevância da descoberta da documentação em questão.

A documentação encontrada, levanta novas percepções e discussões que vão além da questão humanitária de ajuda ao alemães do sul do Brasil no período da II Guerra Mundial.

A pesquisa ainda vai percorrer caminhos nas áreas da história, da diplomacia, entre outras que os historiadores terão  possibilidade de descobrir no decorrer da análise de toda essa documentação inédita!

 

Visita Cônsul Geral da República da Alemanha

O Instituto Carl Hoepcke recebeu a visita do Dr Thomas Schmitt, Consul Geral da República Federal da Alemanha.  O Dr Thomas Schmitt, assumiu recentemente  O Consulado Geral em Porto Alegre que é a representação oficial da República Federal da Alemanha com competência para os Estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

Anteriormente o Dr Schmitt servia na qualidade de ministro na embaixada da Alemanha, em Lima, no Peru, desde 2015.

Vista UNIFEBE / Villa Renaux

Estiveram em visita ao Instituto Carl Hoepcke  as professoras Rosemari Glatz, assessora de Gestão da Unifebe, acompanhada da historiadora Edineia Pereira e da arquiteta Rosália Wal.

O grupo procedente de Brusque está fazendo um circuito em Florianópolis para conhecer espaços culturais, na expectativa de encontrar soluções a serem aplicadas na “Villa Renaux”, mansão construída na década de 30 em Brusque para a residência do Cônsul Carlos Renaux.

A Professora, Doutora Maria Luiza Renaux, bisneta do Consul e sócia do Instituto Carl Hoepcke vinha desenvolvendo esse trabalho, mas a morte prematura da historiadora impediu a sua continuidade, agora retomada por familiares de Maria Luiza em convenio com a UNIFEBE

“História Repatriada”

História Repatriada” revela documentos inéditos sobre alemães em Santa Catarina durante a 2.ª Guerra Mundial

 

O acaso foi o ponto de partida para um processo de pesquisa documental que está revelando uma parcela ainda inédita da história dos alemães no Sul do Brasil – especialmente em território catarinense – durante a 2.ª Guerra Mundial. São cerca de 5 mil documentos não catalogados encontrados na Espanha e que agora chegam ao Estado, primeiro na exposição “História Repatriada”, a partir do dia 9 de agosto, na Biblioteca Pública de Santa Catarina, e, depois, como fonte de consulta no Instituto Carl Hoepcke (ICH), ambos em Florianópolis.

Aprovado pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Florianópolis, o projeto “História Repatriada” é uma parceria entre o Instituto Carl Hoepcke e o Laboratório de Imigração, Migração e História Ambiental (Labimha) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), com apoio da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos) de São Leopoldo (RS) e do Consejo Superior de Investigaciones Científicas (CSIC), de Madri, na Espanha.

“A importância desse material está no ineditismo e porque irá lançar luzes sobre a triangulação Espanha-Brasil-Alemanha entre 1942-45”, afirma João Klug, professor do Departamento de História da UFSC, vinculado ao Labimha e um dos coordenadores do projeto. Com pós-doutorado pela Freie Universität de Berlim, há 26 anos Klug se dedica à temática relativa à imigração alemã no Brasil e diz que nunca havia encontrado documentos de tal relevância. “Os papéis trazem indícios que apontam para um novo cenário que pode, a partir de pesquisas futuras mais detalhadas, mudar a historiografia local e mesmo internacional da época”, complementa Manoel Teixeira dos Santos, professor de História do Colégio de Aplicação da UFSC, doutor e pesquisador na área de imigração, também vinculado ao Labimha e responsável pela análise e seleção do conteúdo.

Os cerca de 5 mil documentos reúnem diários, cartas, solicitações, documentos financeiros e correspondências oficiais da Embaixada, Consulado (Porto Alegre) e Vice-consulados (em Florianópolis e São Francisco do Sul) da Espanha entre 1942 e 1945. Uma das mais importantes revelações até agora é a atenção e o cuidado que os espanhóis dispensavam aos alemães no Brasil: vistos como inimigos em solo brasileiro em razão da guerra, uma parcela desses alemães foi encaminhada a centros de internação e recebeu a visita pessoal do vice-cônsul espanhol, para saber como estava sendo tratada e do que necessitava.

Klug e Teixeira pontuam que informações como essa, reveladas a partir de uma análise preliminar dos registros, colocam um ponto de interrogação na até então conhecida neutralidade dos espanhóis durante a 2ª Guerra. “O que tínhamos como certo – uma aproximação discreta entre Espanha e Alemanha no período em questão – pode ganhar um sentido diferente a partir da inclusão do Brasil neste contexto, por meio da documentação encontrada”, argumenta Teixeira. “Outro forte indício disso é a decisão do General Franco (1892-1975), chefe do Estado Maior da Espanha, de manter esse material guardado, mas não catalogado, escondendo, assim, o teor”, completa Klug. E ambos são categóricos em afirmar que todo esse cenário abre um campo enorme de investigação científica e acadêmica a partir de agora.

 

Pesquisas e consultas

Após o cuidadoso e apurado processamento técnico, os arquivos estarão disponíveis para consultas públicas presenciais no Instituto Carl Hoepcke. “Para nós, é uma grande oportunidade e honra trabalhar com instituições de ensino e pesquisa como essas que estão envolvidas nessa proposta, que também vai ao encontro ao que promovemos aqui”, afirma Annita Hoepcke da Silva, presidente do ICH, dedicado à pesquisa e preservação da história da imigração alemã.

“Esse material, com toda certeza, agrega muito valor ao acervo de nosso centro de memória, que se divide em três grandes grupos documentais principais: a história dos 190 anos de imigração alemã em Santa Catarina, o fundo documental do ex-governador Aderbal Ramos da Silva e parte relevante da história industrial e comercial da cidade, por meio da trajetória de Carl Hoepcke”, diz o superintende do ICH, Max Müller.

Os arquivos foram digitalizados na Espanha e enviados ao Brasil em 13 CDs, incorporados à plataforma Acess to Memory (AtoM), utilizada pelo ICH e adaptada para a inclusão do novo material.

 

Descoberta ao acaso

Os arquivos – cerca de 40 mil documentos, condicionados em 37 caixas – foram descobertos pela professora doutora espanhola Elda Gonzales Martinez, do Consejo Superior de Investigaciones Científicas (CSIC), de Madri, quando realizava pesquisas no Arquivo Central do Governo, na cidade de Alcalá de Henares, também na Espanha, em 2015. Percebendo a importância do achado e, em visita à Unisinos de São Leopoldo, compartilhou a descoberta com os professores doutores Marcos Antônio Witt, Isabel Cristina Arendt, Maíra Inês Vendrame e Andrea Helena Petry Rahmeier, todos dedicados aos estudos imigratórios. Estes, por sua vez, entraram em contato com João Klug e ManoelTeixeira, da UFSC.

Os dois foram em oportunidades diferentes à Espanha, sendo que a tarefa de analisar detalhadamente e separar os documentos mais relevantes coube à Teixeira. Foram três meses de trabalho ininterrupto, de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 14h30 (horário do funcionamento do arquivo). Além das 37 caixas, outras sete da Embaixada da Espanha no Brasil também foram investigadas. Dos 40 mil, foram selecionados 5 mil, agora digitalizados e reunidos nos 13 CDs.

 

Algumas imagens da abertura da exposição “História Repatriada” na Biblioteca Pública de Santa Catarina, em Florianópolis, em agosto de 2018.

Leve a exposição “História Repatriada” para sua cidade

O Instituto Carl Hoepcke disponibiliza a versão itinerante da exposição “História Repatriada” para as instituições congêneres que se interessarem. A exposição é formada por 21 painéis em lona com impressão digital, nas medidas de 2,00m de altura x 1,00m de largura. (a Instituição interessada deverá arcar com os custos de transporte ida e volta, e montagem da exposição no local que optar), basta solicitar pelo e-mail instituto@hoepcke.com.br

 

Curso Livre de Língua Alemã – 2018.2

Centro Cultural Ruth Hoepcke da Silva

Curso Livre de Língua Alemã

2018 _ 2.º Semestre

Início: 06/08/2018

Término: 06/12/2018

Segundas e Quartas

– Das 14:00 às 15:30hs

– Iniciante A1-II – Prof. Werner

– Das 16:00 às 17:30hs

– Intermediário A2-I – Profª. Margarete

– Das 18:30 às 20:00hs

– Iniciante A1-II – Prof. Werner

– Avançado B2-II – Profª Margarete

Terças e Quintas

– Das 14:00 às 15:30hs

– Iniciante A1-I – Prof. Werner

– Intermediário A2-II – Profª Margarete

– Das 16:00 às 17:30hs

– Iniciante A1-II – Prof. Werner

– Intermediário B1-I – Profª Margarete

– Das 18:30 às 20:00hs

– Iniciante A1-II – Prof. Werner

– Avançado B2- I – Profª Margarete

Material Didático: Menschen  – Arbeitsbuch mit 2 Audio CDs e   Kursbuch mit DVD Rom, disponíveis  para compra na Livraria SBS Fone (48)3224-4666.

 

 

Visita do Sociólogo Lucas Voigt

O sociólogo Lucas Voigt esteve recentemente no Centro de Memória do Instituto Carl Hoepcke para doar à biblioteca da Instituição um exemplar de sua dissertação de Mestrado, “O ESPAÇO DE PRÁTICAS DO FOLCLORE “ALEMÃO” AUTÊNTICO NO BRASIL: Um Estudo de Sociologia da Cultura e das Elites”.

Conforme o autor, o trabalho “resulta em uma análise da sociogênese do espaço de práticas do folclore “alemão” no Brasil, visando reconstituir o contexto de surgimento e de desenvolvimento da prática do folclore “alemão”. Para tanto, identifica um conjunto amplo, diversificado e articulado de práticas e iniciativas, desenroladas após o Estado Novo (1937-1945), como parte de um esforço de rearticulação e de recomposição das elites do grupo étnico alemão no Brasil”.

 

Em 7 de junho de 2017, o agora mestre em Sociologia Política Lucas Voigt lançou o livro ‘O devir e os sentidos das memórias de descendentes de alemães em Santa Catarina’ , aqui no Centro Cultural do ICH.

 

O livro oferece uma reflexão sobre a relação entre memória e identidade, mostra-se uma leitura proveitosa aos estudiosos da memória e da cultura, bem como aos interessados pelo fenômeno da germanidade no Brasil.

A integra da dissertação de mestrado pode ser acessada pelo

link https://repositorio.ufsc.br/bitstream/handle/123456789/186102/PSOP0612-D.pdf

Sarau Natalino

 

O ICH fez um sarau natalino com a emocionante participação de vários cantores da cidade, entre eles Cleide Ammon, Isabella Fialho, Rute Gebler, Schäfer Jr., e da Presidente do ICH, Annita Hoepcke da Silva, acompanhados por Cristiano Mendonça no piano, Paulo Rampinelli no Saxofone e Pablo Grecco no bandonion.

O objetivo de arrecadar brinquedos atingiu pleno êxito, e os presentes foram distribuídos para as crianças que integram a Pastoral da Criança do Morro do Horácio, em Florianópolis, na tarde do dia 18 último.

Clube Esportivo Paysandú

Recentemente foi descoberto junto ao fundo documental “Aderbal Ramos da Silva”  o “Relatório e Balanço Geral” relativo ao ano de 1946 do Clube Esportivo Paysandú, sediado na cidade de Brusque/SC. Como entusiasta que era dos esportes, Dr. Deba mantinha em seu arquivo pessoal algumas preciosidades que trazem à tona passagens interessantes da história de Santa Catarina.

O caderno é rico em informações, apresentando além do movimento financeiro e esportivo daquela sociedade no ano de 1946, uma lista do seu quadro de associados e fotos que registraram a construção de sua nova sede social naquela época.

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